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To default or not to default: aqui.
Reestruturar ou deixar o país estagnado por décadas: aqui.
Daqui por uns trinta anos vai ser generalizadamente óbvio que os bailouts da Grécia, da Irlanda e de Portugal foram erros muito grandes. Como lamenta Jorge Costa do Cachimbo, as perspectivas de crescimento económico em Portugal são tão baixas que não há maneira de garantir a solvabilidade das contas públicas no longo prazo.
E como eu escrevi aqui no Albergue, repudiar ou reestruturar a dívida hoje custará menos ao país e à Europa do que deixar o país economicamente sufocado por décadas.
É preciso ver que a medida da nossa desgraça já não se contabiliza em "milhares de milhões de euros" mas antes em "décadas de desenvolvimento perdidas".
"A reestruturação de dívida externa nacional é a decisão económica mais premente e mais importante de uma geração" defende também Ricardo Cabral aqui.