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Albergue Espanhol

"-Já alguma vez estiveste apaixonado? - Não, fui barman toda a minha vida." My Darling Clementine, John Ford.

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já basta destes spinners calimeros

Os socialistas andam numa vertiginosa velocidade a tentar sacudir a água do capote e a deturparem tudo a ver se ficam na posição de vítima. Surpresa por isto? Não.

 

Começaram logo pela manhã a utilizar a capa do Correio da Manhã como trampolim, tentando passar a imagem que o PSD iria propor o aumento de impostos. Propor? É que vai uma distância gigante de proposta até ao que Pedro Passos Coelho referiu.

 

“Até haver um conhecimento completo da situação financeira portuguesa, não é possível a nenhum responsável dizer que não será necessário mexer nos impostos. Mas se ainda vier a ser necessário algum ajustamento, a minha garantia é de que seria canalizado para os impostos sobre o consumo, e não para impostos sobre o rendimento das pessoas ( … ) fica o compromisso expresso do PSD em como não haverá recurso a medidas que afectem as pensões mais degradadas ou as reformas, tal como estava prevista no PEC”

 

Ou seja, o PSD não pretende aumentar impostos, tal como sempre tem vindo a referir e tendo feito disso ponto de honra na votação do PEC 4 e quando se disponibilizou para negociar e viabilizar o Orçamento de Estado.

 

Mas mais importante que saber se os partidos vão ter nos seus programas o aumento ou não de impostos, é a parte inicial da declaração de Pedro Passos Coelho. Qual é que é afinal a verdadeira situação financeira portuguesa? Qual é que é afinal a realidade, crua e dura, das contas públicas portuguesas?

 

Alguém sabe? É que neste momento, possivelmente, só o governo pode saber dar esta resposta. E alguém acredita que o governo responda com verdade?

 

O que estará escondido nos documentos de S. Bento e do Ministério das Finanças?

 

Chega de governantes incompetentes, irresponsáveis e calimeros.

 

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