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Albergue Espanhol

"-Já alguma vez estiveste apaixonado? - Não, fui barman toda a minha vida." My Darling Clementine, John Ford.

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"-Já alguma vez estiveste apaixonado? - Não, fui barman toda a minha vida." My Darling Clementine, John Ford.

True lies

Habituei-me a ouvir dizer de José Sócrates as piores coisas que uma cidadã - mesmo estrangeira, como eu - pode ouvir sobre o “seu” primeiro-ministro. Mas acabei por me habituar às explicações, ou não as tivessemos ouvido tantas vezes. Nada do que já foi dito terá escapado à gigantesca campanha caluniosa, a tal que é organizada por "forças de bloqueio ocultas", mobilizadas pelo apetite voraz de mastigarem Sócrates como se fosse um robalo, para o retirarem ao poder (ganho democraticamente nas urnas, por duas vezes) e a este povo. Trata-se, na opinião de alguns, tão somente de uma série maléfica de “ataques sórdidos e infundados” - como lhes chamou Mário Soares na comunicação social, em 2007 – que nada mais pretendem do que ferir o bom nome do “nosso” bem-amado e recém eleito Presidente do Conselho.

É óbvio, ou talvez não, que Sócrates se licenciou. Não se discute! Está claro de ver, até para quem só pode ler em braille, que os “zum-zuns” sobre os favorecimentos relacionados com a aquisição dos imóveis no Edíficio Heron Castilho não passaram de mexericos, postos a circular por gente mesquinha, com o compadrio dos média. É cristalino, como a água do Tejo, que esse “Zé”, que veio da Covilhã em “Sapatilhas” e agora calça Prada, não esteve ligado às alegadas instrumentalizações de lobby político do Freeport. Pelo menos de forma criminosa. Também não ousamos duvidar que o primeiro-ministro foi o último a saber da intenção da PT - aquela de comprar uma parte do capital da Prisa - e, muito menos, devemos desconfiar que tenha tido alguma coisa a ver com o que sucedeu ao Jornal da Noite, da TVI, ou a Manuela Moura Guedes e José Eduardo Moniz.

Agora é a vez de Mário Crespo se vir queixar… Mais um! Não é que as suas “acusações” venham acrescentar alguma novidade na sucessão infinita dos “ataques sórdidos e infundados” feitos a Sócrates. Vem apenas para nos colocar perante uma verdade terrível, de que não podemos fugir se formos sérios. Em Portugal - porque Sócrates não mente, nunca mente - estamos rodeados por "mentirosos"...  

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