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"-Já alguma vez estiveste apaixonado? - Não, fui barman toda a minha vida." My Darling Clementine, John Ford.

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Em tempos crise, os bons exemplos são importantes e só com trabalho e persistência se atingem

 

A NOVA recebeu um terço dos prémios anuais CEMS em concorrência com vinte e seis escolas internacionais de topo A Faculdade de Economia da Nova recebeu sábado em Roterdão, no evento anual do CEMS, os prémios de “Escola do Ano” e “Cadeira do Ano” para Applied Corporate Governance, leccionada por José Neves Adelino.

 

 O CEMS é uma rede global de vinte sete escolas de gestão de topo (apenas uma por país) e mais de sessenta parceiros empresariais. Os alunos do CEMS Master´s in International Management (MIM), mestrado que ocupa a 2ª posição do ranking do FT e que a Nova oferece, em exclusivo, em Portugal, avaliaram vários parâmetros, entre os quais os serviços fornecidos pela Escola, as cadeiras oferecidas e a experiência global como alunos, o que se traduziu num resultado de destaque para a NOVA, logo no primeiro ano de oferta do CEMS MIM.

 

A NOVA recebeu dois dos seis prémios atribuídos pelo CEMS este ano e ficou perto de arrebatar metade - a cadeira “Advanced Negotiation Dynamics”, leccionada pelo Luís Almeida Costa, ficou em segundo lugar na categoria “CEMS Course of the Year- Strategy ”. Um feito importante se considerarmos que fazem parte do CEMS escolas de renome como a London School of Economics, a HEC Paris ou a ESADE.

 

O meu amigo José Ferreira Machado mostrou ao Expresso a sua satisfação com estes prémios: “A visibilidade internacional e a mobilidade são factores críticos para as escolas, assim como para todas as organizações, num país pequeno como Portugal. Os prémios recebidos deixam-nos tremendamente orgulhosos, mas não surpreendidos, porque conhecemos bem a qualidade dos nossos programas, dos nossos docentes e do nosso staff. E não posso deixar de destacar o contributo decisivo e o envolvimento exemplar dos nossos parceiros empresariais locais – a EDP e o Millenniumbcp.”

 

É um trabalho de 35 anos, começado por pessoas como Alfredo de Sousa, Aníbal Cavaco Silva, Jorge Campinos, José António Girão, Manuel e António Pinto Barbosa, Miguel Beleza e Diogo de Lucena. Há também a noção de que há ainda um caminho exigente pela frente e a ambição só tem crescido. A NOVA pretende ser uma das business schools de referência na Europa em 2020. Haja o que houver.

 

 

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