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Alguns dos melhores comentários que li na blogosfera sobre a actual situação política e a crise orçamental:
Este é um texto notável. Francisco José Viegas em grande forma.
Jorge Costa, acutilante, aqui. No mesmo Cachimbo de Magritte, Miguel Morgado tenta olhar para a frente e parece-me que chega a uma conclusão muito certeira.
Curiosa coincidência, lembrada por João Caetano Dias, em Blasfémias.
E Tiago Moreira Ramalho, em A Douta Ignorância, simples e directo.
Por outro lado, quando chegamos ao concreto da crise orçamental portuguesa, a conversa torna-se mais ideológica e ruidosa. Vejam estesargumentos de Henrique Raposo. convém não esquecer que os 14 mil organismos de Estado incluem milhares de escolas, centenas de hospitais e centros de saúde, etc. Haverá muito sítio onde cortar, mas o número é mais impressionante do que esclarecedor. E quando se fala de função pública, falamos sobretudo de professores, profissionais de saúde, polícias e militares (as grandes despesas). E a maior parte dos funcionários públicos ganha mal, como escreve este autor, Jorge Bateira, em Ladrões de Bicicletas.
De qualquer forma, ficam aqui algumas pistas de um debate inevitável.
