A Condessa de Abranhos
Tomando como mote a "densa tessitura de teorias da conspiração que fazem a 'actualidade política' nacional" (sic), Fernanda Câncio escreveu ontem no DN que "Passos Coelho parece menos ultramontano, rígido e negativista que Rangel". A referência ao ultramontanismo parece-me assaz pertinente - mas porque não menciona a jornalista nem o pauperismo nem a prostituição?