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Albergue Espanhol

"-Já alguma vez estiveste apaixonado? - Não, fui barman toda a minha vida." My Darling Clementine, John Ford.

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A chamada para o 112

 

O que a deputada Joana Barata Lopes fez (ou alguém do Grupo Parlamentar do PSD por ela) é exactamente aquilo para o qual foi eleita: fiscalizar os mecanismos do estado, principalmente na área da saúde, visto que integra essa comissão. É legal, é ilegal? Pouco me importa, porque o interesse público que está em causa é superior a esta suposta ilegalidade. Ilegal, meu amigos, é andar a ser subornado por sucateiros.

7 comentários

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    Mário Cruz 05.08.2011 15:35

    Engano seu oh Pedro.
    Um deputado deve ter iniciativa, deve actuar, deve utilizar a imunidade a que tem direito.
    O deputado não tem de testar nenhuma média, tem, de acordo com a sua convicção pessoal, aceitar ou não os argumentos que lhe são apresentado fazendo os teste que entender para fortalecer essa convicção e decidir, posteriormente, se pede a profissionais abalizados que façam estudos mais profundos.
    Na formação da convicção pessoal cada um faz o que deve, dentro das suas responsabilidades e direitos.
    Iniciativa é coisa que se tem pouco neste país e quando se tem é o Carmo e a Trindade aos gritos... Haja Deus!
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    Pedro 05.08.2011 19:22

    Caro Mário Cruz,

    Muito bem. Então a população deve aceitar contra-argumentos dos deputados mesmo que estes não tenham qualquer relevância nem concordância com a realidade?

    Argumentação sem fase em factos é apenas ruído ou desinformação e dessa os portugueses estão cheios...

    Acha ilegítimo que se exija do grupo parlamentar do maior partido um mínimo de rigor? Vindo do partido que tem defendido (e muito bem) uma maior exigência na Matemática, é estranho ver que não dominam os mais básicos conhecimentos de Estatística. Disponíveis, aliás a qualquer aluno de Matemática do 12º ano.
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    Mário Cruz 05.08.2011 23:39

    Tanto comentário sem nexo sobre assuntos de que ninguém sabe nada. Tipicamente português.
    Vamos ao B+A= BA então: A população não tem de aceitar nada do Deputado. O Deputado é o representante da população durante 4 anos. Com essem mandato e a imunidade a que tem direito, o Depudado fiscaliza, testa, questiona, aprecia, dá opiniões, actua. Ao fim de 4 anos se foi bom é reeleito se não foi, não é. Um deputado não se demite, não é demitido, não é preso, não é um cidadão comum. É um representante legítimo do povo e para isso eleito por um determinado período. Basta lerem a constituição para o saberem. Basta conhecerem o estatuto dos deputados em qualquer país democrático para entenderem isto.
    Não dou mais para este peditório, mas a ignorância do cidadão MÉDIO deste país é confrangedora!!
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    Pedro 06.08.2011 15:17

    Meu caro,

    Tenho de concordar consigo na falta de nexo dos comentários. Não fiz nenhuma alusão à legitimidade democrática e legal para a Sr. Deputada fazer as inquirições que lhe aprouver. Discute-se aqui (ou discuto eu) a validade cientifica da aferição em causa. O meu amigo nada me diz sobre isso e prefere discorrer num ponto em que eu não o contrario. Se tiver argumentos para dizer que a chamada efetuada é um bom teste, pois bem: explane-os. Comentários sem nexo é que não fazem avançar nenhuma discussão.
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    Mário Cruz 06.08.2011 18:53

    Pedro, acho que merece uma resposta. Provavelmente não fui claro na minha argumentação.
    Não se espera de uma Deputada, como de nenhum ser humano, que só baseie as suas opiniões e decisões em inquestionáveis estudos de validade cientifica comprovada.
    A senhora Deputada tinha na sua presença o presidente do INEM que lhe entregou um documento, como vimos na tv, com um desenho muito bonito, a dizer que os telefonemas para o INEM duravam em média 5 segundos a atender. Perante isto fez aquilo que a sua capacidade de iniciativa permitiu, discou um telefone e verificou a rapidez do atendimento. Não sei qual era a espectativa da senhora, mas sei qual seria a minha. Se a resposta fosse de 7 ou oito segundos provavelmente aceitava, afinal falava-se de um valor médio. Ela achou que 14 segundos era muito e referiu-o à comissão. Naturalmente na situação dela, honesta e clara, o tema tinha interesse para discussão. Não tenho dúvidas que ela sabe como eu sei, que em qq momento posso decidir pedir a entidades profissionais competentes um estudo adequado, se tal merecer a pena.
    É só disto que se fala, não é Pedro? Para quê tanto drama, tanta incomodidade? E, já agora porquê o imediato labéu de que a senhora é incompetente e não sabe o que é uma média aritmética simples, ponderada, etc., etc... Haja Deus!!
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    Pedro 06.08.2011 22:54

    Tocou no ponto fundamental: se os dados adquiridos pela chamada tinham interesse na discussão. A minha posição é que não, não tinham. Mais um vez estamos a falar de conhecimentos simples e até de senso comum. Uma chamada estando muito ou pouco afastada do número previsto nada nos diz. Atenção, eu diria o mesmo se o tempo que a Sr. Deputada esperou fosse de 1s.

    A minha indignação com este caso tem várias ordens: 1) é de senso comum que uma chamada nada nos diz 2) lançar números para o ar sem valor só causa ruído 3) o Parlamento não pode continuar a ser uma casa onde as coisas são debatidas sem profundidade, para isso temos os cafés.

    Se a discussão é maior do que o tema merece? Com certeza! É completamente irrelevante o erro que foi cometido, mas revela uma forma de estar. Revela um agir antes de pensar que sendo comum não pode passar em branco. Sinceramente prefiro insistir neste tema irrelevante para que quando o tema for realmente importante os erros não sejam cometidos.
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