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Albergue Espanhol

"-Já alguma vez estiveste apaixonado? - Não, fui barman toda a minha vida." My Darling Clementine, John Ford.

Albergue Espanhol

"-Já alguma vez estiveste apaixonado? - Não, fui barman toda a minha vida." My Darling Clementine, John Ford.

A Verdade

Eu não quero que os meus amigos do Albergue se zanguem comigo, em especial o Luís Naves que é um benfiquista dos sete costados. Contudo, ninguém é perfeito e eu compreendo que não é fácil a vida, futebolisticamente falando, para todos aqueles que não são adeptos do F.C. Porto.

 

O calendário destas coisas do pontapé na bola é maldoso para os não portistas. Vejamos: a coisa arranca em Agosto e é vê-los cheios de fé. Por alturas do S. Martinho começa a grande depressão dos 6 milhões ao verem o Dragão a grande velocidade por ali fora. O Natal é um tormento. Por alturas do Carnaval, que ninguém leva a mal, uma mudança mal engrenada faz crescer a esperança. A Páscoa é tremenda e até Junho é ver o Dragão de título em título até à desgraça alheia final. Uma violência.

 

Em Junho a época termina e a esperança alheia volta a renascer. É ver aviões de jogadores a aterrar na Portela e os melhores a ser desviados para o Aeroporto Internacional Francisco Sá Carneiro e o desespero a apoderar-se dos adeptos encarnados. Porém, Julho é o mês do “este ano é que vai ser, vamos esmagar os Andrades”. Até que…

 

A época arranca em Agosto e por altura das vindimas é ver o Dragão a vindimar, pé ante pé, a caminho de mais uma época “vintage”.

 

Por isso, a definição de futebol em Portugal é simples e perfeita: são onze contra onze e no fim ganha o F.C. Porto.

 

 

 

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