Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Albergue Espanhol

"-Já alguma vez estiveste apaixonado? - Não, fui barman toda a minha vida." My Darling Clementine, John Ford.

Albergue Espanhol

"-Já alguma vez estiveste apaixonado? - Não, fui barman toda a minha vida." My Darling Clementine, John Ford.

Ler em papel

O online é sem dúvida muito útil, instantâneo, confortável e tal e coisa. No questions about that. Mas jornais na íntegra e abertos sobre a mesa são e continuarão a ser para mim também uma forma conservadora e resistente de lutar contra o vento das tendências e de folhear o papel sabendo que algo teima saudavelmente em persistir. Todos os dias, mesmo todos, faço questão de ler os diários nacionais de fio a pavio. Hoje, gostaria de destacar, por ordem alfabética (e com o devido perdão aos económicos, que são de outra divisão):

No Correio da Manhã: A crónica de Luís Marques Mendes na página 3 e as opiniões dos diversos responsáveis do jornal sobre os resultados eleitorais.

No Diário de Notícias: "Do empate ao Passistão" nas páginas 14 e 15 e o trabalho de João Céu e Silva "Demasiado poder concentrado afasta políticos da realidade", páginas 30 e 31. 

No Público: A crónica de Pedro Lomba analisando os resultados do BE na última página e, no P2, o artigo de Kathleen Gomes intitulado "DSK ou a França numa série policial americana".

No jornal i: A crónica de Hugo Gonçalves, "Quem vê caras vê corações?" na página 7 e a abertura da secção Zoom; "Senhor primeiro-ministro, eles têm um pedido a fazer", assinada por toda a redacção.

Ler jornais pode já não ser tanto, como outrora, saber mais. Ou mais depressa. Mas é com certeza sentir o que respira do papel para além do monitor do computador, do tablet ou do telefone. As pessoas e os seu esforços para nos falarem nos limites do espaço e do tempo, tão inclementes um quanto o outro.

Imagem retirada de outro jornal diário, o OJE.

2 comentários

Comentar post