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Albergue Espanhol

"-Já alguma vez estiveste apaixonado? - Não, fui barman toda a minha vida." My Darling Clementine, John Ford.

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TAPadinhos de todo

 

O pessoal de voo da TAP anuncia uma greve no momento mais inútil do ponto de vista da negociação - com um Governo em gestão e em vésperas de eleger outro - e na altura mais inapropriada. Ou seja, quando a empresa se encontra em vésperas de privatização e (mesmo que longe dos objectivos definidos) dava sinais de estar a fazer um esforço efectivo para reduzir os seus custos operacionais. Uma greve deitará por terra, literalmente, tudo o que foi conseguido no último ano.

Para quem quiser estabelecer um paralelo recente, basta ver a guerra desancadeada pela Unite que custou balúrdios à British Airways e ao CEO Willie Walsh, homem com eles no sítio e pelo na venta. A razão dos protestos foi a mesma: Redução do pessoal de cabine em um tripulante por voo.  A certa altura, cansado de argumentos racionais, Walsh trouxe para cima da mesa a ameaça de acabar com as benesses que os tripulantes têm para descontos e ofertas de viagens aos familiares e amigos. E assim, juntamente com a não cedência às manifestações sindicalistas mais serôdias, se chegou a um acordo.

Por cá, era bom que esta gente entendesse em que estado está o País e que cada machadada que dão na sua própria Companhia representa muito mais pregos no caixão. Depois, em vez de um tripulante de cabine a menos serão uma data deles e delas. Não se esqueçam disto quando o tempo chegar.  

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