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Albergue Espanhol

"-Já alguma vez estiveste apaixonado? - Não, fui barman toda a minha vida." My Darling Clementine, John Ford.

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"-Já alguma vez estiveste apaixonado? - Não, fui barman toda a minha vida." My Darling Clementine, John Ford.

A escolha é sua

Como escreve hoje Pedro Santos Guerreiro no seu editorial da edição especial do Jornal de Negócios dedicada ao pacote de ajuda: “Esta é a nossa última oportunidade para evitar o estertor da saída do Euro. Não basta aprovar o plano, é preciso cumpri-lo. E aí chegamos à política. Às eleições. Ao momento actual”. Como salientam o Luis e o Vasco, aqui e aqui, os responsáveis da Troika desmontaram o discurso do Governo de uma forma evidente, excepto para aqueles que ainda se recusam a ver.

Agora, para cumprir o plano, obviamente enquadrado num programa político capaz de integrar as medidas num modelo que salvaguarde a necessária estabilidade social, a opção é simples: Votar em quem não só nunca cumpriu o que prometeu como ainda por cima agiu tarde e apenas quando a realidade se impôs ao delírio ou, em alternativa, em quem lançou o alerta no tempo certo e é tecnicamente capaz de mudar o que tem de se ser mudado e de fazer das palavras actos com impacto positivo para o País.

Quando começar a campanha eleitoral propriamente dita, é fundamental que recordemos entre a inevitável espuma que Portugal sempre recebeu o FMI por causa da acção de Governos socialistas. Esta vez não é excepção. Mas o que torna único o momento que atravessamos  é que ele tem de ser, de uma vez por todas, irrepetível. Caso contrário, deixaremos aos nossos filhos um Portugal sem outro caminho que não um bilhete sem volta marcada para outro destino qualquer. Mostremos que a nossa História recente pode ter sido uma farsa mas não precisa de repetir-se como tragédia.   

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